Sinopse
“Neste tempo de coisas amargas, este livro de doces é uma doçura que apetece. Trata-se de uma segunda edição, revista, melhorada e acrescentada, e é um inventário precioso e obrigatório de uma tradição tão portuguesa a que se tem dado pouca importância. É um elogio à sobrevivência de uma arte conforme afirmou Catarina Portas no lançamento desta edição, no Centro de Artes Culinárias no Antigo Mercado de Santa Clara. De facto, ainda se vê em muitas das nossas pastelarias a indicação de Fabrico Próprio que é uma variedade produzida no local e cuja variedade identifica aqueles locais de prazeres doceiros. Obra preciosa pois não sabemos durante quanto tempo ainda poderemos assistir à apresentação variada e atrativa quando vamos, logo pelo manhã,consumir o pequeno-almoço ou simplesmente tomar uma bica. E apetece-me, hoje, voltar a escrever o que escrevi sobre esta obra em 2008.”