Receita de Bolo de Arroz


Recheio do Bolo de arroz DSC_0218

Açúcar 6Kg
Margarina 3Kg
Sal 100g
Ovos 60 un
Farinha 7,5 Kg
Água 2l
Fermento em pó 250g
Leite 1l
Farinha de arroz 1Kg

Coloque o açúcar, a margarina e o sal na batedeira planetária e misture na velocidade 3. Vá acrescentando os ovos pouco a pouco e aumente a velocidade durante 7 a 10 minutos, ficando com uma massa cremosa.

Diminua ligeiramente a velocidade e acrescente o leite e a água e continue a misturar. Junte as farinhas e o fermento e deixe bater apenas durante 5 minutos numa velocidade de 10 a 12.

Deixe repousar durante 1 hora. De seguida, misture manualmente a massa e coloque nas formas do bolo de arroz.

Leve ao forno elétrico a uma temperatura de 200 a 210 ºC durante cerca de 20 minutos.

Obrigado a todos! + 1000 de fãs “ReceitasPadaria”


Já superamos os 1000 fãs na página oficial do Facebook.
Obrigado a todos os que nos acompanham e que, tal como nós, admiram a padaria e pastelaria fazendo desta comunidade ainda maior! Boas receitas!

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Pão de Santo António 2014


Damos a conhecer uma das iniciativas da AIPL – Associação dos Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares de Lisboa: o Pão de Santo António 2014.

“A AIPL – Associação dos Industriais de Panificação, Pastelaria e Similares de Lisboa, no âmbito das festas de Santo António, lança do desafio a todas as panificadoras de recriarem o Pão de Santo António numa singela homenagem a uma antiga tradição associada à celebração das festas da cidade de Lisboa. As panificadoras participantes terão o seu Pão reconhecido pela Confraria do Pão de Santo António.”

Leia o Convite e as Normas para participação.

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Para qualquer esclarecimento contacte a AIPL / https://www.facebook.com/associacaoindustriais.panificacaolisboa 

Pão de Ul sob o olhar académico


Sara Almeida e Silva, estudante da Arqueologia Moderna e Contemporânea 2009/2010 na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, publicou um estudo que retrata o Pão de Ul em toda a sua amplitude. Uma leitura recomendada por nós e que merece os nossos Parabéns!

http://www.academia.edu/3154941/O_Pao_de_Ul_-_Oliveira_de_Azemeis

O que é e para que serve o melhorante?


Muitos de nós já ouvimos falar da palavra melhorante mas poucos sabemos o que é ao certo e como surgiu… O que sabemos ou que ouvimos dizer é que serve para melhorar a qualidade do fabrico de pão… É correto mas transmite-nos muito pouco.

O melhorante é, nada mais, nada menos, que um aditivo químico alimentar retirado da própria farinha para efeitos farmacêuticos e para melhorar a própria qualidade da farinha, ou seja, é um suplemento que advém da própria farinha.

É por isso que, atualmente, ouvimos dizer que a qualidade das farinhas de hoje é inferior às de antigamente. O aparecimento do melhorante é uma dessas razões.

Fruto da industrialização e de uma necessidade produtiva cada vez maior, o fabrico de pão é um processo mais célere, sem a espera e o descanso necessários (o chamado “repouso”) e obrigado a processos mais agressivos que obrigam sejam adicionados aditivos às massas. A criação e o desenvolvimento do melhorante é, acima de tudo, uma resposta às necessidades económicas e comerciais vigentes.

Atualmente, dado que as farinhas não têm a mesma força e riqueza que continham antigamente, torna-se necessário o uso de suplementos como o melhorante (assim como os fermentos) para alcançarmos os resultados que pretendemos.
Porém, convém ressalvar que o melhorante não é um ingrediente vital no fabrico de uma massa e do consequente pão, pois, adotando-se outros métodos de fabrico menos agressivos (um processo de amassadura mais lento, a adição de “massa velha” em substituição do fermento, maior tempo de repouso da massa, etc.), é possível aproximar-se aos resultados desejados..

Para melhor perceção do que é melhorante, descrevemos alguns dos seus benefícios:

  • Aumenta a capacidade de conservação das massas e dos próprios pães
  • Aumenta a preservação da frescura no pão
  • Melhora a capacidade de absorção da hidratação da massa
  • Melhora da cor e da textura dos pães
  • Melhora no processo de levedação

Esperamos ter dissipado as dúvidas existentes em torno deste tema.

Pão de Ul: um ícone da padaria portuguesa


Certamente já ouviram falar do Pão de Ul. Um dos típicos casos que alavanca o nome e imagem de uma pequena terra portuguesa que sem o apoio desta iguaria, seria  menos conhecida.

É um exemplo e caso de sucesso que deve ser analisado em toda a sua amplitude. O Pão, alimento do povo, quando valorizado e diferenciado, pode ser uma importante impulso para o setor turístico e gastronómico de uma região. Mas será que sabemos o que é o Pão de Ul? Ou melhor, conhecemos as Padas de Ul assim tão bem?

Vejam este vídeo efetuado pelo Porto Canal e publicado Freguesia de Ul:

Vejam este vídeo efetuado pelo Porto Canal e publicado Freguesia de Ul: https://www.facebook.com/photo.php?v=10151651220647856&set=vb.108784795887314&type=2&theater

 

Não há receitas iguais!


Receitas Padaria


“Cada receita é uma receita, é única, singular, ímpar. Não há receitas iguais.

Os ingredientes selecionados, as quantidades utilizadas, os métodos de produção… “tudo faz uma receita”.
A farinha em Portugal é diferente do Brasil, de Angola, de Moçambique, do Japão!
A água da Serra da Estrela é diferente da de Lisboa, do Porto, de Coimbra!
O acondicionamento dos ingredientes e as condições em que estão embalados “influenciam o seu papel  na receita (sem esquecer as suas temperaturas e humidades).
Uma pequena diferença na quantidade de sal ou de fermento ou até mesmo de água, influencia o produto final.
O tempo de amassadura, os tempos de introdução dos ingredientes, a espera e o repouso das massas, a velocidade e força de amassar, bater, laminar, dividir e formar… o calor da cozedura!
Tantas  e outras tantas variáveis… que tornam a arte de criar e de fazer receitas (de padaria, pastelaria, cozinha…) em algo tão único.
Só quem as faz, quem as cria e quem as repete, conhece.

Boas receitas!”

Quantidade de fermento no pão


Na padaria  tradicionalmente portuguesa, a quantidade de fermento utilizada no fabrico de pão é, em média, de 2 a 3% da quantidade de farinha utilizada nas receitas. Ou seja, por cada quilograma, são acrescentadas 20 a 30 gramas de fermento.
fermento

Creme de pasteleiro: diferenças


Todos já ouvimos, vimos , provámos e utilizamos o creme de pasteleiro em imensas receitas e produtos, especialmente na vertente da pastelaria.
Contudo, de região em região, consoante os pastéis, o creme de pasteleiro vai variando. Quem ainda não viu um mil-folhas com o creme amarelo, branco ou ainda com chantilly?
De facto, as receitas são feitas pelos seus criadores, pasteleiros, e escolhidas pelos seus consumidores, todos nós! Por isso encontramos recheios, formatos e outras particularidades que distinguem cada pastél.
Os “típicos” ingredientes no fabrico do creme de pasteleiro amarelo são:
– 1 litro de leite
– 300 gramas de açúcar
– 80 gramas de maizena ou de amido
– 8 gemas de ovo
… preparados desta simples forma: coloque o leite a ferver e misture o açúcar e a maizena até obter a consistência desejada. De seguida acrescente as gemas de ovo.
E para o creme pasteleiro amarelo?
Basta não incluir as gemas na receita. Simples!

Receita de Pão de Cebola


INGREDIENTES

Farinha de Trigo 10Kg
Água 6l
Sal 200g
Fermento 200g
Melhorante 50g
Cebola 200g a 500g

 

PREPARAÇÃO

Junte a farinha, o sal, o melhorante e a água (nas quantidades especificadas) dentro da Amassadeira Espiral e deixe amassar durante 3 minutos em 1ª velocidade e cerca de 7 minutos em 2ª velocidade.

Entre os 7 e 10 minutos do tempo total de amassadura, acrescente o fermento e a cebola picada.

Depois de preparada, coloque a massa em cima da mesa e deixe repousar entre 5 a 10 minutos.

Faça empelos de 1,6Kg de massa e corte e enrole na Divisora Semiautomática.

Coloque-os em tabuleiros de persiana, polvilhe com farinha e leve à Câmara de Fermentação durante cerca de uma hora (mediante a temperatura e humidade existentes na estufa).

Finalmente, leve ao forno elétrico entre os 240 e 260 ºC durante 11 minutos.