Receita de Pão de Mafra


pao mafra

 

 

 

 

 

 

INGREDIENTES

Farinha de Trigo 10Kg
Água 7l
Centeio Branco 500g
Sal 200g
Fermento 250g

 

PREPARAÇÃO

Junte a farinha, o sal, o centeio branco e a água (nas quantidades especificadas) dentro da Amassadeira Espiral e deixe amassar durante 20 minutos em 1ª velocidade e 5 minutos em 2ª velocidade.

No fim da 1ª velocidade adicione o fermento.

Depois de preparada, deixe repousar a massa durante 1 hora no estancador.

De seguida, faça empelos de 300g e deixe repousar durante 30 minutos.

Por fim, leve ao forno eléctrico a 220ºC durante 30 minutos.

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Origem do pão alentejano


Marco da gastronomia portuguesa e base de muitos pratos típicos da província do Alentejo, o pão daquela região tem um sabor ácido, a côdea rija e sem brilho, e pode servir como uma entrada, uma refeição ou sobremesa.

pao alentejano

O pão alentejano é usado em açordas, ensopados, migas, bolos, fatias douradas, ou simplesmente para acompanhar uma qualquer refeição, para petiscar antes do prato principal com queijos, enchidos, azeitonas e até frutos secos e é uma das principais iguarias da gastronomia alentejana.

Mas qual a sua origem?

Numa região que durante décadas foi o “celeiro de Portugal”, o pão só podia ser farto e do melhor. Mas mesmo antes das planícies alentejanas se encheram de searas douradas já este alimento fazia parte do quotidiano das gentes do Alentejo, tornando-se naquilo que ainda é hoje: o pão nosso de cada dia. Reza a história que foram os romanos a intensificar a panificação na Península Ibérica, embora haja vestígios anteriores de um tipo de fermentação (a partir da espuma da cerveja) que fazia um pão diferente, mais leve e esponjoso. Com a ocupação moura em Portugal, a cultura alimentar muçulmana passou a fazer parte do ADN da gastronomia alentejana, influenciando até a forma de comer o pão. De facto, uma das mais antigas receitas muçulmanas – o tharid ou târida – já fala do pão mergulhado num caldo aromático e temperado com azeite, ao qual ainda se podia juntar carne ou vegetais. Tal qual as açordas ou o ensopado alentejano…

Açorda alentejana

Açorda alentejana

Já no final do século XIX, o fabrico do pão no Alentejo reflectia o estatuto social e económico de quem o consumia. Um texto da época revela que o pão de trigo – branco e ralo – era “respectivamente para amos e criados de portas adentro”, enquanto o de centeio “denominado macarrote” estava destinado aos “criados e malteses” e o pão de farelos de centeio, “as perruanas”, servia de alimento aos “os cães de gado”.

Consulte a nossa receita e faça você mesmo o seu pão alentejano!

Fonte: Lifecooler

Fonte: foto

Pasteis de Nata e Lisboa conquistam Daily Mail


O Pastel de Nata, também conhecido por Pastel de Belém, é hoje considerando um dos símbolos da gastronomia do  nosso país e um dos embaixador de Portugal e de Lisboa em todo o mundo.

O Daily Mail, popular jornal Britânico, rendeu-se aos Pasteis de Nata e à cidade de Lisboa como demonstra a notícia publicada e que hoje partilhamos no Receitas Padaria.

Aproveite e consulte também a nossa deliciosa receita de Pasteis de Nata.

Pastel de Nata 1

“Rosie Mortimer, colaboradora do jornal britânico Daily Mail, garante que os pastéis de nata são “razão mais que suficiente para visitar Lisboa”. Mas há outros motivos que fazem com que os turistas queiram sempre regressar, diz a redatora num artigo publicado na semana passada.

A redatora visitou a capital portuguesa acompanhada do marido e a primeira coisa que fez, seguindo a recomendação de um amigo, foi visitar os pastéis de Belém. Além de elogiar os pastéis em si, a jornalista destaca o ambiente do café “cheio de locais” e a boa disposição do empregado que os serviu.
Aliás, a “simpatia” dos portugueses foi uma das características que impressionou a redatora do artigo. Rosie conta que um polícia a quem pediram indicações chegou mesmo a deixar-lhes o contacto telefónico “para o caso de se perderem”.
Depois de visitar as Docas, graças à indicação do agente da autoridade, Rosie e o marido partiram à descoberta da zona mais antiga da cidade, a boleia do elétrico 28, que segue “abanando-se por ruas estreitas”.
A redatora do texto afirma que “há museus em quase todas as ruas” da cidade e recomenda a visita ao museu Berardo, “recheado de obras de Andy Warhol, Francis Bacon, Pistoletto e Jeff Koons”.
A gastronomia não podia passar despercebida, com o artigo a recomendar especialmente os pratos de bacalhau. Depois de jantar, Rosie sugere uma visita ao Bairro Alto, onde a “música dos bares invade as ruas”.
De regresso a casa, Rosie e o marido não hesitam em afirmar que um dos motivos pelos quais Lisboa se está a “tornar um destino favorito” é o facto de os portugueses “viverem de uma forma despretensiosa”.

Clique AQUI para ler ao artigo completo (em inglês).”

 

 

Receita de Bolo de Arroz


Recheio do Bolo de arroz DSC_0218

Açúcar 6Kg
Margarina 3Kg
Sal 100g
Ovos 60 un
Farinha 7,5 Kg
Água 2l
Fermento em pó 250g
Leite 1l
Farinha de arroz 1Kg

Coloque o açúcar, a margarina e o sal na batedeira planetária e misture na velocidade 3. Vá acrescentando os ovos pouco a pouco e aumente a velocidade durante 7 a 10 minutos, ficando com uma massa cremosa.

Diminua ligeiramente a velocidade e acrescente o leite e a água e continue a misturar. Junte as farinhas e o fermento e deixe bater apenas durante 5 minutos numa velocidade de 10 a 12.

Deixe repousar durante 1 hora. De seguida, misture manualmente a massa e coloque nas formas do bolo de arroz.

Leve ao forno elétrico a uma temperatura de 200 a 210 ºC durante cerca de 20 minutos.