Confeitaria Nacional destacada pela CNN


Fundada em 1829 por  Baltazar Róis Castanheiro, a Confeitaria Nacional é, nos dias de hoje, reconhecida como uma das mais conceituadas casas de Lisboa. Ao longo de mais de 150 anos e 5 gerações diferentes, continuam a ser os herdeiros do fundador os responsáveis por uma casa que já recebeu inúmeros prémios nacionais e internacionais pela excelência da sua doçaria e bolos.

A CNN, conceituado canal de notícias Americano, elaborou uma lista com oito pastelarias europeias e uma americana (mas que segue o estilo europeu), que se destacam pelas suas criações e pelo seu  ambiente monumental.

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“Quase com dois séculos, a pastelaria lisboeta foi escolhida para uma selecção das melhores e mais antigas casas de doces da Europa.

Na sua secção de viagens, a CNN deu a conhecer oito pastelarias europeias (a que junta uma de espírito europeu na Argentina) que, ao longo dos tempos, acolheram visitantes que provaram (e aprovaram) as suas doces obras em ambientes monumentais. Lisboa consta na lista com a unicidade (e antiguidade) da Confeitaria Nacional.

A pastelaria lisboeta, situada na Baixa, à Praça da Figueira, abriu as suas portas em 1829. No artigo da CNN sublinha-se o charme da sua arquitectura singular: torna-se discutível saber “o que é mais ornamentado, se o exterior da loja ou a pastelaria no seu interior”, refere a autora, Danielle Beurteaux,

Quanto aos doces, foi no final do século XVIII que Baltazar Rodrigues Castanheiro Filho trouxe do sul de França para a Confeitaria Nacional aquele que viria a ser o bolo de Natal tipicamente português: o bolo-rei, onde não faltam as passas, as frutas cristalizadas e as nozes.

Para além da direcção da Confeitaria se manter na descendência da família fundadora, o seu bolo-rei tornou-se numa das especialidades da casa. No entanto, vale também “a pena experimentar um dos seus populares pastéis de nata”, escreve a colaboradora da CNN.

Na lista, juntam-se à confeitaria lisboeta mais oito pastelarias que se distinguem tanto pela sua arquitectura como pelos doces de fazer crescer água na boca. Entre as enunciadas estão a Hofbackerei Edegger-Tax (Graz, Aústria), La Maison Stohrer (Paris, França), Pietro Romanengo fu Stefano (Génova, Itália), Ruszwurm Cukraszda (Budapeste, Hungria), Antigua Pasteleria del Pozo (Madrid, Espanha), Blikle (Varsóvia, Polónia) e a Maison Bertaux (Londres, Reino Unido).

A lista da norte-americana CNN também inclui uma morada mais perto de “casa”: o célebre Café Tortoni em Buenos Aires, Argentina, onde não falta o sabor e ambiente da “velha Europa”.”

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A notícia original pode ser consultada aqui.

Pasteis de Nata e Lisboa conquistam Daily Mail


O Pastel de Nata, também conhecido por Pastel de Belém, é hoje considerando um dos símbolos da gastronomia do  nosso país e um dos embaixador de Portugal e de Lisboa em todo o mundo.

O Daily Mail, popular jornal Britânico, rendeu-se aos Pasteis de Nata e à cidade de Lisboa como demonstra a notícia publicada e que hoje partilhamos no Receitas Padaria.

Aproveite e consulte também a nossa deliciosa receita de Pasteis de Nata.

Pastel de Nata 1

“Rosie Mortimer, colaboradora do jornal britânico Daily Mail, garante que os pastéis de nata são “razão mais que suficiente para visitar Lisboa”. Mas há outros motivos que fazem com que os turistas queiram sempre regressar, diz a redatora num artigo publicado na semana passada.

A redatora visitou a capital portuguesa acompanhada do marido e a primeira coisa que fez, seguindo a recomendação de um amigo, foi visitar os pastéis de Belém. Além de elogiar os pastéis em si, a jornalista destaca o ambiente do café “cheio de locais” e a boa disposição do empregado que os serviu.
Aliás, a “simpatia” dos portugueses foi uma das características que impressionou a redatora do artigo. Rosie conta que um polícia a quem pediram indicações chegou mesmo a deixar-lhes o contacto telefónico “para o caso de se perderem”.
Depois de visitar as Docas, graças à indicação do agente da autoridade, Rosie e o marido partiram à descoberta da zona mais antiga da cidade, a boleia do elétrico 28, que segue “abanando-se por ruas estreitas”.
A redatora do texto afirma que “há museus em quase todas as ruas” da cidade e recomenda a visita ao museu Berardo, “recheado de obras de Andy Warhol, Francis Bacon, Pistoletto e Jeff Koons”.
A gastronomia não podia passar despercebida, com o artigo a recomendar especialmente os pratos de bacalhau. Depois de jantar, Rosie sugere uma visita ao Bairro Alto, onde a “música dos bares invade as ruas”.
De regresso a casa, Rosie e o marido não hesitam em afirmar que um dos motivos pelos quais Lisboa se está a “tornar um destino favorito” é o facto de os portugueses “viverem de uma forma despretensiosa”.

Clique AQUI para ler ao artigo completo (em inglês).”

 

 

Receita Folar da Páscoa


No seguimento do post sobre a lenda do Folar da Páscoa, colocamos a nossa receita para que os amantes do pão se possam deliciar.

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INGREDIENTES

Farinha 5kg
Água
Sal 100g
Fermento 500g
Açúcar 1250g
Margarina 1250g
Limão 5un
Ovos 40
Leite Aproximadamente 150g por kg farinha

 

PREPARAÇÃO

Junte todos os ingredientes dentro da amassadeira espiral (à exceção do fermento) e amasse durante 5 minutos em 1ª velocidade e 15 minutos em 2ª velocidade. Aos 17 minutos totais de amassadura, adicione o fermento.

De seguida deixe repousar a massa durante 30 a 60 minutos. Faça empelos de 500g de massa e decore-os com ovos cozidos conforme dita a tradição da época. De seguida, coloque-os em tabuleiros de lona e leve à câmara de fermentação até atingirem o dobro do volume

Por último, pincele com ovo e leve ao forno elétrico a cozer entre 210 a 220º durante aproximadamente 30 minutos.

Lenda da origem do Folar da Páscoa


O Folar da Páscoa é, tradicionalmente, o Pão da Páscoa em Portugal. É confecionado à base de água, sal, ovos e farinha de trigo. A sua forma, conteúdo e confeção varia consoante as regiões e respetivas receitas. Em alguns casos, o folar leva um ovo cozido com casca no topo do pão.

A origem do Folar da Páscoa é desconhecida mas conta a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. Então, a jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa.

Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe, como data limite, o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.

Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi, muito aflita, avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.

Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe.

No dia seguinte, Mariana foi colocar flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer mas, este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou, então, convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.

Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, o afilhado costuma levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar.

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Tradição artesanal na Feira da Serra de São João de Alportel


Em 1991, a Associação IN LOCO criou a Feira da Serra de São Brás de Alportel com a perspetiva de valorizar os produtos e produtores locais, assim como as tradições das gentes da serra.

Nesta 23ª edição, a Feira da Serra convida a conhecer “os segredos ancestrais que se escondem nas mãos de quem amassa com arte… o Pão!”

Uma oportunidade única para todos os amantes do pão, que terão a possibilidade de conhecer algumas tradições antigas do seu fabrico.

“A Feira da Serra de São Brás de Alportel está na sua 23ª edição e realiza-se no último fim de semana de julho, dias 25, 26 e 27, com todo o Sabor da Tradição.

Artesanato, gastronomia e animação são alguns dos ingredientes que temperam a 23.ª edição da Feira da Serra, um evento de destaque no panorama cultural da região, enquanto ponte que liga a tradição à inovação.

Com 16 espaços temáticos e sempre muitas novidades, a Feira da Serra abre as suas portas a os sabores, saberes e tradições da Serra do Caldeirão, ao longo de 3 noites brindadas com muita animação e atividades a pensar nos visitantes de todas as idades!

Este ano a Feira da Serra convida a descobrir o “Sabor da Tradição”… a conhecer os segredos ancestrais que se escondem nas mãos de quem amassa com arte… o Pão!

Alimento rei na cozinha mediterrânica, o pão é um produto secular da nossa gastronomia e guarda, nos seus traços e jeitos, segredos que passaram de geração em geração, entre os elementos da família que partilhavam momentos tão especiais como a hora de fazer pão.

Da espiga até sair do forno, quentinho, cheiroso e delicioso, o pão passa por um interessante ciclo até chegar às nossas mesas, onde se torna uma verdadeira tentação!

Este ano o Sítio do Pão será uma atraente novidade, com diversas sugestões para saborear, combinações novas para conhecer e projetos inovadores para deslumbrar os visitantes…

O apelo que a organização lança a todos vai no sentido de virem “descobrir as histórias geracionais que nos conta o pão e delicie-se… com o Sabor da Tradição” nesta Feira da Serra!”

Para mais informações visite o site ou o facebook do evento.

Fonte: diárionline

O que é o fermento?


Muitos de nós já ouvimos falar “n vezes” de fermento. Mas será que saberemos realmente o que é? Quais os tipos de fermento existem?

Todos sabemos que o fermento é um produto muito utilizado na culinária, principalmente no fabrico de massas para pão e pastelaria. Mas o que é?

O fermento não é nada mais nada menos do que uma substância, orgânica ou inorgânica, que tem a propriedade de determinar a fermentação noutra substância, ou seja, faz crescer! É composto por fungos microscópicos (leveduras, Saccharomyces cerevisiae) que se alimentam de açúcar, libertando gás carbónico e álcool.
Quando a massa está em processo de cozedora no forno, as leveduras multiplicam-se, ingerindo o açúcar e o amido contido na farinha.

Existem 2 tipos de fermento:

  • biológico, composto por micro-organismos vivos, fungos, apelidado de leveduras
  • químico, constituído de bicarbonato de sódio e ácidos orgânicos. Quando estão em contato com a humidade, reagem à temperatura de 50ºC a 60ºC.

 

A principal diferença entre o fermento químico e biológico reside na sua composição.

No fermento químico, as reações de decomposição ocorrem quando o bicarbonato gera gás carbónico e água, fazendo com que a massa aumente de volume.

Esta reação é auxiliada pelo aumento de temperatura e só acaba depois de todo o fermento reagir.

Já o fermento biológico, para reagir necessita de glicose, que alimenta a levedura: o fungo ingere a glicose e o seu metabolismo transforma-a em gás carbónico e álcool, que expande com o calor.

Os fermentos químicos destinam-se a ser utilizados no preparo de pães especiais, broas, biscoitos, bolachas e outros produtos de padaria e confeitaria e são responsáveis pelo crescimento das massas. Este ocorre por uma reação química que acontece durante a cozedura.

Os fermentos biológicos são mais direcionados para o fabrico de massas de pães e pizzas.

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Cubra as suas sobremesas com diferentes coberturas


Dando seguimento ao nosso post com sugestões para rechear pães, bolos e sobremesas, colocamos umas dicas de coberturas que podem ser usadas nas vossas receitas.

 

 

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Açúcar

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Frutas

 

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Cremosas

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Chantilly

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Creme de leite

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Marshmallow   

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Chocolate

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Chantilly e chocolate

 

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Fontes das imagens

Creme pasteleiro

Açúcar

Frutas

Cremosas

Chantilly

Creme de leite

Marshmallow   

Chocolate

Chocolate e Chantilly

Recheios para receitas de pão, bolos ou outras sobremesas.


Recentemente fomos contactados por um leitor do nosso blogue Receitas Padaria que colocou uma questão relacionada com os Recheios que poderia utilizar em pães doces.

Assim, decidimos criar um post com diversas possibilidades para rechear as vossas receitas de pão, bolos ou outras sobremesas.

 

 

Creme de pasteleiro

 

 

 

 

 

 

 

 

Coco

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Maçã

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Mirtilos

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Banana

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Doce de ovos

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Outras frutas (maracujá)

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Leite condensado

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Fontes das fotos:

Creme de pasteleiro

Coco

Maçã

Mirtilos

Banana

Doce de Ovos

Outras frutas

Leite condensado

História do Pão de Queijo


Vagos Sensation Gourmet (19) Polvilho doce, leite, ovos e queijo são os ingredientes principais de uma receita muito conhecida no Brasil, o Pão de Queijo. É consumido a quase toda a hora no e tornou-se numa das principais “febres” dos empreendedores brasileiros.

Mas onde e como surgiu o Pão de Queijo?

Existem várias histórias para a origem do Pão de queijo. A mais conhecida relata o seu surgimento no século XVIII, em Minas Gerais. Paralela à época da escravidão, era costume nas fazendas mineiras servir os senhores com pão e café. No entanto, a farinha que chegava às fazendas não era de boa qualidade e, assim, as cozinheiras começaram a substituir a farinha por polvilho (fécula de mandioca). Como na época havia uma grande quantidade de sobras de queijo já endurecido, as cozinheiras começaram a ralar o queijo para as suas receitas, surgindo assim o pão de queijo mineiro.   Vagos Sensation Gourmet (39)   Os ingredientes deste delicioso pão eram todos integralmente produzidos nas fazendas e cozidos em fornos a lenha… sempre servido bem quentinho para que não endurecesse. Tornou-se, assim, parte da rotina dos mineiros comer-se depois das refeições em conjunto com o café. Com o passar dos tempos, espalhou-se pelo Brasil e, mais tarde, um pouco por todo o mundo, sendo, atualmente, exportado para Portugal, Estados Unidos, Itália e Japão.

E vocês apaixonados pelo pão, já alguma vez provaram pão de queijo ou faz parte da vossa rotina diária?

Fabrico artesanal no “Ciclo do Pão” – Vieira do Minho


 

Através do projeto “Sentir Vieira”, o município de Vieira do Minho, pretende recriar várias tradições antigas associando-as a um prato típico da sua região.

Desta forma, destacamos a atividade “Ciclo do Pão” que apresentará o fabrico tradicional do pão: desde a ceifa dos cereais até ao forno de lenha acompanhado com um bom “arroz pica no chão” para o almoço.

Uma oportunidade única para todos os amantes do fabrico de pão e para aqueles que não resistem ao cheirinho de pão a sair do forno.

“Sábado, dia 19 de julho, Vieira regressa à tradição com uma viagem pelo “Ciclo do Pão”, uma atividade promovida no âmbito do projeto “ Sentir Vieira”.

Neste dia, os turistas vão partir do Posto de Turismo em direção ao Forno Comunitário de Campos para conhecer uma das mais antigas tradições de que há memória, o fabrico do pão.

In loco, os participantes nesta atividade vão poder conhecer algumas curiosidades sobre a origem e a história do pão e manusear alguns dos utensílios associado à sua confeção.

Esta iniciativa vai proporcionar aos turistas conhecer todas as etapas por onde passam os cereais: desde a ceifa até à moagem que os transforma em farinha, e, depois, todo o processo que vai desde o amassar a massa até que o pão sai  do forno de lenha. No final, todos vão poder saborear o pão acabado de fazer.

Para além da vertente cultural, esta atividade prima também pela partilha e pelo convívio que gera entre os participantes.

A atividade inicia pelas 9h00 com a receção aos participantes no posto de turismo de Vieira do Minho, estando a saída para a aldeia de Campos , Aldeia de Portugal, marcada para as 09h30. Para além da recriação do “ Ciclo do Pão”, o programa integra, ainda uma visita ao moinho tradicional e espigueiros existentes naquela aldeia, degustação e venda de broa.

Paralelamente, são várias as unidades de alojamento turístico e de restauração que se juntam à  iniciativa com descontos válidos para o fim-de-semana de 19 e 20 de julho. Nos restaurantes aderentes, os amantes da boa cozinha minhota, poderão apreciar o tradicional prato de arroz pica no chão.

Para mais informações, os interessados devem contatar o posto de turismo de Vieira do Minho através do 253 649 240 ou geral@vieiraminhoturismo.com.”

Fonte: http://www.vieiraminhoturismo.com/pt/